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A partir de 13 de outubro todas as pessoas que voltaram com a ajuda do governo japonês só poderão solicitar o visto com tradução, encarecendo assim a  solicitação de visto.

 

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A partir de meados de outubro de 2016  consulado japonês de São Paulo pede que as pessoas que pegaram ajuda do governo no período da crise financeira mundial, que pretendem solicitar o visto no Consulado Geral do Japão em São Paulo, solicite as traduções de suas certidões de nascimento, casamento, óbito etc. na hora de requerer o visto japonês.

Essa medida de solicitar tradução para os documentos abrange apenas as pessoas que pegou ajuda do governo japonês, não sei qual é a diferença para a pessoa que pegou ajuda da pessoa que não pegou ajuda do governo porque que para alguns precisa ter a tradução e para outros não precisa?

Uma injustiça é o consulado solicitar antecedentes criminais para quem pegou ajuda do governo, independente de ser nissei ou sansei e já para quem não pegou ajuda o consulado só solicita para quem é a terceira geração fica parecendo que quanto mais longe da descendência japonesa a probabilidade é maior da pessoa cometer algum crime.

Acredito que o consulado poderia entender que as pessoas que solicitam visto japonês estão indo para o Japão “na sua grande maioria” em busca de recursos financeiros melhores que o Brasil não consegue oferecer. Em busca de boas oportunidades de emprego. Isso faz com que o perfil de cada cidadão que solicitar o visto não seja de nenhum abastado a pessoa está indo para lá em busca de recursos então essa medida acaba fazendo o requerente de visto gastar dinheiro que eles não tem, encarecendo assim a sua viagem e quando cair na mão de algum intermediário (agenciadores/promotores) esse valor aumentará exponencialmente afinal de contas as traduções feitas por terceiros não saem baratas.

De qualquer forma será necessário fazer e todos terão que se adaptar.

CLIQUE AQUI PARA VER O COMUNICADO OFICIAL DO CONSULADO (JP)

Cori

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Cerca de treze porcento da comunidade nikkei formada por um milhão e meio de pessoas, é de yonsei

Visto de trabalho para o Japão

Os brasileiros desapareceram das fábricas, deixando as vagas para outros estrangeiros do sudeste asiático. Segundo dados do governo, o número de filipinos cresceu 10% e o de vietnamitas, cerca de 40% em todo o Japão.

A comunidade brasileira fez o inverso. Em meia década, encolheu de 313 mil para 190 mil pessoas.

A queda mais acentuada foi registrada em Hamamatsu. A cidade que tinha o maior número de brasileiros, 20 mil, hoje tem a metade.

A maior parte das pessoas voltou para a terra natal. Só que agora, elas querem retornar para o Japão.

Jorge faz parte do grupo de 20 mil brasileiros que foi para o Brasil com os 300 mil ienes oferecidos pelo país na época da crise.

¨Fiquei desempregado, e gastei todo o dinheiro que eu tinha pagando aluguel e todas as despesas, foi indo, foi indo, e não tive mais jeito¨, disse o ex-operário Jorge Massao Sheno.

Por ter recebido a ajuda financeira, Jorge ficou impedido de dar continuidade à história de 20 anos como operário no japão.

No Brasil, ele trabalhou em um estaleiro de pernambuco e como motorista em São Paulo. Diz que vai voltar à vida de operário, agora que conseguiu o visto de retorno para o Japão.

¨Apesar de tudo, eu gosto de lá. Por isso eu falo, eu me arrependo muito de ter pego essa ajuda, de ter voltado, se não já estava lá faz tempo¨.

Muitos colegas preferiram entrar na fila do seikatsu hogo – o auxílio subsistência.

¨Mas eu achei que eu ficando lá, pegando dinheiro do governo, não vai ficar pior? O custo para o governo não sairia maior do que pegar os trezentos mil e voltar?

O retorno dos ajudados com os trezentos mil foi liberado cinco meses atrás. Mas pouca gente, menos de uma dezena, conseguiu embarcar.

¨Você encontra dificuldades na emissão do visto no Brasil, encontra dificuldades na contratação no Japão, então para o pessoal que pegou ajuda, está sendo meio complicado retornar¨, afirma Cori Passos, do shigoto.com.br.

O contrato de um ano é apenas uma das exigências.

O Consulado de São Paulo também pede seis comprovantes de residência, além de fotos de infância e registros de quando o candidato morou no japão.

Grande parte das consultas que o consulado recebe são dos bisnetos de japoneses.

Cerca de treze porcento da comunidade nikkei formada por um milhão e meio de pessoas, é de yonsei.

É um número que cresce, mas eles só podem entrar no Japão se for como dependente dos pais.

¨A quantidade de gente que está procurando é muito grande. E hoje, o cadastro das pessoas que querem viajar ao Japão, a gente vê que o pessoal que é nissei são pessoas tudo acima de 60 anos, e os sanseis estão chegando perto disso. Por isso as fábricas poderiam pensar em contratar yonsei, e tem que liberar isso desde já. Não adianta liberar quando a idade passar¨, diz Cori Passos, do shigoto.com.br.

Grupos no Brasil e Japão vêm se mobilizando para fazer campanha pela liberação do visto para os yonseis.
Fonte: IPC Digital

Ex Dekasseguis que retornaram com a ajuda dos 300 mil, tem que esperar a liberação da imigração japonesa

Brasileiros reclamam da demora para obter o visto de reentrada para o JapãoDesde 15 de outubro, quem recebeu a ajuda de 300 mil ienes para voltar ao Brasil, está autorizado a pegar o visto de reentrada para o japão. Mas as condições têm inibido os candidatos.

Paulo foi um dos 20 mil brasileiros que aceitaram a ajuda do governo japonês na época da crise.

Desempregado, ele recebeu 300 mil para retornar ao Brasil, com uma condição: não entrar no Japão enquanto o governo não permitisse a reentrada dos ¨beneficiados¨ pela ajuda.

¨Eu realmente voltei com a ajuda, na época eu, minha esposa e meu filho. E se Deus quiser, vou voltar sim,¨disse Paulo Sussumu Okama Junior para o JPTV.

¨Nós demos a entrada no visto e três semanas depois, ficamos sabendo que a imigração entrou em contato com a empresa onde a pessoa vai trabalhar. E até agora não tivemos mais nenhuma novidade sobre isso, estamos aguardando,¨revela Cori Passos, que trabalha em uma agência de recrutamento.

Para conseguir a reentrada é necessário apresentar: contrato de trabalho de no mínimo um ano quando for solicitar o visto nos consulados do Japão.

E esse esta sendo o problema da grande maioria que deseja retornar

¨ No Japão, os contratos são renovados a cada dois, três meses para quem já está lá trabalhando,¨alerta Cori Passos.

O programa de ajuda ao retorno atendeu mais de 21 pessoas no total. A maior parte dominada pelos brasileiros, cerca de 20 mil, os peruanos que deram entrada pedindo a ajuda na época da crise não chega a mil.

Cerca de 5.500 saíram de Aichi, outros 4.300 de Shizuoka e pouco mais de mil na época residiam em Mie, Shiga e Gunma.

Uma parte corre agora para conseguir os documentos para a volta ao Japão. Nessa lista de vistos estão também os sanseis, os netos de japoneses.

O brasileiro Bruno Yokoyama Eufrasio morou durante 18 anos no Japão, e foi ao Brasil cinco anos atrás para se casar.

¨Me deu uma vontade, mais uma saudade dos pais que estão no Japão trabalhando, e como me casei, decidimos ir para o Japão e conseguir uma vida melhor para mim e minha esposa.¨

Os planos tiveram que ficar um tempo estagnados.

¨A dificuldade foi mexer com a papelada, autenticar, a maior demora foi eles liberarem o visto, não falaram nada, simplesmente não estavam liberando o visto,¨reclama Bruno. ¨Esperamos cerca de três meses.¨

O cônsul japonês em São Paulo, Noriteru Fukushima, diz que não há nada de anormal na expedição dos vistos para sanseis.

¨Normalmente para pedir visto para o Japão precisa seguir alguns regulamentos, mas isso é comum e com novo regime, estamos trabalhando junto com governo de Tóquio por isso está caminhando.¨

Bruno e sua esposa conseguiram embarcar, e agora dão os primeiros passos para a realização do sonho em Gifu e outros ex dekasseguis querem fazer o mesmo.

¨Voltei por motivo familiar, se não teria ficado lá, porque prefiro lá do que aqui., ¨diz o ex dekassegui, Milton Okino. ¨Vou me segurar até março, para poder voltar pra lá.¨

Segundo analistas, o Japão continua precisando de muita mão de obra para o setor produtivo.
Fonte: IPC Digital

Japão anuncia que permite a reentrada dos Nikkeis, que receberam a Ajuda dos ¥ 300.000No entanto, é obrigado apresentar um atestado de trabalho de um ano.

O governo japonês anunciou hoje que vai permitir a reentrada dos estrangeiros, que retornaram aos seus países de origem, com a ajuda dos 300 000 ienes.

No entanto, o Japão exige que para as pessoas interessadas em retornar ao país terão que apresentar um contrato de pelo menos um ano de trabalho.

"O objetivo é de assegurar uma vida estável aos descendentes de japoneses que pretendem reentrar no país", diz o comunicado, assinado pelo Gabinete do Governo, Ministério da Justiça, Ministério dos Nogócios Estrangeiros e Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social.

Mais de 21000 Nikkeis aceitaram a ajuda em 2009 para escapar do desemprego. A grande maioria que recebeu o dinheiro era de nacionalidade brasileira.

Leia o comunicado na íntegra:
27 de setembro de 2013
Gabinete do Governo
Ministério da Justiça
Ministério dos Nogócios Estrangeiros
Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar

Atendimento aos descendentes de japoneses que receberam o auxílio do governo japonês para retorno ao seu país de origem

Para os beneficiários do programa de auxílio para retorno ao seu país, oferecido pelo governo japonês no ano fiscal de 2009 para descendentes de japoneses desempregados, por enquanto (*1) a sua reentrada no Japão não está sendo permitida com o mesmo status de permanência.

Com base nos últimos dados da conjuntura econômica e empregabilidade e outros, a partir do dia 15 de outubro (terça-feira) (previsão) a reentrada volta a ser permitida sob certas condições (*2).

*1. Sobre o período “por enquanto”, a princípio a previsão era de 3 anos a partir do início do programa, em abril de 2009, que seria revisado, considerando a conjuntura econômica e de empregabilidade futuras e outros.

*2. Com o objetivo de assegurar uma vida estável aos descendentes de japoneses que pretendem reentrar no país, aqueles que planejam trabalhar no Japão deverão apresentar uma cópia do contrato de trabalho com período de no mínimo um ano no ato da solicitação de visto junto à repartição consular.

Referências:
Conteúdo do programa de auxílio para retorno ao país de origem para descendentes de japoneses desempregados

– Período de realização:
Ano fiscal de 2009

– Valor pago:
300 mil ienes por solicitante e 200 mil ienes para seus respectivos dependentes.

– Resultado do programa:
Número de beneficiários do programa que deixaram o país: 21.675 (desses, 20.053 brasileiros (92,5% do total)).
Por província: 5.805 pessoas eram da província de Aichi, 4.641 pessoas eram de Shizuoka
Fonte: IPC Digital

Prefeito de Ota diz que vai faltar mão de obra nas fábricas.

Prefeito Masayoshi ShimizuA cidade de Ota, em Gunma, vai pedir em outubro ao governo central para moderar a Lei de Imigração para atrair mais imigrantes para a cidade, disse o prefeito, Masayoshi Shimizu.

Segundo o jornal Mainichi, um dos motivos é o retorno maciço dos brasileiros após a crise financeira em 2008. Atualmente moram em Ota 2752 brasileiros, mas em março de 2009 eram 4.043 pessoas.

Além disso, outra política que provocou despovoamento acelerado de estrangeiros ocorreu em abril de 2009, quando o governo japonês começou a dar 300.000 ienes (US $ 3.000) para nikkeis brasileiros e peruanos que queriam voltar para seu país de origem. Com esta política, chamado de Ajuda para o Retorno, ou Kikoku Shien, 21.675 pessoas deixaram o Japão até abril de 2010. O governo japonês gastou cerca de US$ 70 milhões, segundo o relatório do Ministério do Trabalho, responsável pela "ajuda".

O plano do prefeito Shimizu é criar uma área especial na cidade, onde os imigrantes ou estudantes estrangeiros possam trabalhar fora das áreas permitidas por cada tipo de visto.

"O governo central quer incentivar as empresas a investir mais em máquinas e equipamentos no Japão, mas não há um número suficiente de trabalhadores disponíveis. O Governo deve pensar em garantir a mão de obra no país", disse Shimizu.

Ota faz parte do grupo de Cidades com maior imigrantes ou Gaikokujin Shuju Toshi Kaigi, cuja próxima reunião será realizada em novembro.
Fonte: IPC Digital

Desde abril de 2009 quando o governo japonês começou a conceder ajuda aos brasileiros e peruanos que estavam sofrendo com a falta de emprego no Japão, no período da grande crise mundial, muitos esfregaram as mãos de felicidade por ter conseguido auxilio para comprar a passagem para si e sua família e retornar ao Brasil com este benefício do governo japonês. Mas esta alegria durou pouco, pois assim que chegaram ao Brasil, todos se viram com uma nova e dura realidade, vida nova, pouco dinheiro no bolso (ou quase nenhum) e um mercado de trabalho duvidoso, sem mão de obra suficiente para absorver todos que retornaram com poucas esperanças.

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A ajuda foi desenvolvida com o propósito de dar oportunidade de o estrangeiro que estava em dificuldades retornar à sua pátria sem arcar com os próprios custos e condição de retornar ao Japão apenas 3 anos após por os pés Brasil, caso a economia melhorasse o governo divulgaria que poderiam retornar ao Japão, caso fosse a economia mais prejudicada, prorrogariam este prazo indeterminadamente, e é o que tem sido feito até então, prorrogar, prorrogar, prorrogar…

Em abril de 2012 comentou-se da possibilidade de o voltar a ser liberado devido completar os três anos da concessão da ajuda e disso não passou, de comentários apenas  e até o momento não foi liberado nada, recentemente o consulado japonês de Belém no Pará comentou que liberaria o visto para quem pegou ajuda com uma consulta prévia ao Japão e com esta informação obtida pessoalmente no próprio guichê do consulado, um beneficiado com a ajuda muniu-se de  todos os documentos necessários e foi ao consulado solicitar o visto, porem para a surpresa do mesmo, depois do tempo previsto o seu visto foi negado, não sabe ele porque, pois já havia mandado a esposa e filha ao Japão e estava apenas esperando o seu visto sair para começar a sonhar com o reencontro com a família, com o visto negado por seis meses, não tem muita coisa à fazer a não ser mudar completamente os seus planos, ficar no Brasil e tentar a vida aqui separado da família ou pedir para a família voltar sem perspectiva alguma de uma vida melhor.

Esta situação está se prolongando além da conta, o governo japonês poderia liberar a menos as pessoas que esta completando os três anos prometido para ir recolocando o pessoal aos poucos e aliar ânimos de alguns, afinal, será que o governo japonês ira conseguir recolocar todos de uma vez se resolver liberar a re entrada de todo mundo junto?

Cori Passos

Era para ser em abril de 2012 a saída dos vistos do pessoal que pegou ajuda… (Já estamos no inicio do mes de janiero de 2013, expectativa em alta, e muita frustração por parte de algumas pessoas devido a falta de um comunicado.)
Os consulados do Japão espalhados pelo Brasil e a embaixada japonesa em Brasília, estão recusando entrada de visto para quem pegou ajuda do governo japonês para retornar ao Brasil no auge da crise financeira mundial (kikoku shien jigyoo). Pelo seguinte motivo: a condição para se conceder a ajuda, era que o interessado aceitasse não voltar ao Japão por três anos, permanecendo em seu país de origem (nesse caso, o Brasil). Existem boatos (não confirmados) de uma pessoa que conseguiu o visto emitido em algum consulado japonês no Brasil, porém, na chegada ao Japão, este foi barrado na entrada e deportado para o Brasil, sem direito a entrar no país o que acaba comprometendo uma nova tentativa de conseguir o visto quando acabar o prazo para permanecer no Brasil.
Sendo isso boato ou não, o ideal para todos, é esperar o tempo combinado e depois tentar o visto normalmente.
passaporte japonesExistem pessoas e algumas agências que estão prometendo conseguir tirar o visto para quem pegou ajuda do governo e pegando dinheiro antecipado e depois dizem que não deu, não é aconselhável aceitar essas condições, pois o consulado japonês só cobra a emissão do visto caso este seja emitido no passaporte, se não der, eles não cobram, não existem agências ou intermediadores que possam fazer isso de outra forma pois o único meio de emitir o visto é através do consulado japonês que vai acatar as regras que foram estipuladas na época do acordo, por isso, não existe meios de emitir visto japonês para quem pegou ajuda do governo japonês na época da crise. Os consulados japones e a embaixada aceitam entrada de vistos para visitas a parentes ou em casos de urgências (doenças de parentes etc…) porém este visto é autorizado pelo Japão, e o consulado apenas concede a autorização caso o Japão decida pelo sim.
NOVIDADES SOBRE QUEM PEGOU AJUDA DO GOVERNO JP
Julho/2012 – Cosulado japonês começa a demorar devolução do visto de sansei,(terceira geração) o que é para demorar 6 semanas em muitos casos passa de dois meses e nada de ser liberado. (leia)
10/04/2012 – O Consulado de São paulo não tem data para poder receber os visto do pessoal que pegou ajuda, como não veio nenhum comunicado do Japão, nem quem compeltou os três anos, poderão fazer solicitação do visto por enquanto, pudera o mercado de trabalho não está nada fácil por lá.
Novembro/2012 – A Kyodo News, uma agencia de Noticia do Japão comeca entrevistas com varias pessoas que pegaram ajuda para fazer uma matéria que será lançada apenas no Japão, esperamos que isso ajude à ter uma resposta das autoridades.
Janeiro de 2013 – Talvez já seja um bom sinal…uma senhora do Paraná, no Sul do Brasil, que pegou ajuda do governo japones para vir para o Brasil, deu entrada no visto de turismo e conseguiu tirar depois de tres meses, em janeiro de 2013 o visto dela foi lilberado, ela escreveu uma carta ao consulado explicando o motivo da ida e o consulado enviouo o passaporte para o Japão junto com a documentação, depois de 3 meses o visto foi liberado, o visto´dela é de turismo, para curta permanencia (90 dias) mas já é um alívio, pois é a primeira vez que alguem consegue este tipo de visto no Brasil.

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