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visto para o Japão, quem pegou ajudaVejas as novas exigências que os consulados do Japão no Brasil e a embaixada japonesa em Brasília irão fazer para conceder visto para  as pessoas que pediram ajuda do governo na época da grande crise mundial. A liberação da entrada do visto é a partir de 15 de outubro de 2013.

No início do ano houve a possibilidade do Consulado ser extinto.
Decisão de manter entidade foi divulgada nesta terça-feira, 17.

Governo do Japão manterá representação consular no ParáApós ter sido divulgada a possibilidade que o Consulado Geral em Belém poderia ser extinto, o governo japonês disse nesta terça-feira (17) que a entidade será mantida na capital paraense. A decisão pela manutenção do consulado foi comunicada ao vice-governador Helenilson Pontes pelo vice-ministro de Negócios Estrangeiros do Japão, Kenta Wakabayashi, que está visitando o Pará.

O vice-ministro relatou o recebimento da carta oficial enviada por Helenilson solicitando o não fechamento da representação consular no Pará, onde, segundo estimativas, quase 35 mil pessoas façam parte da colônia japonesa. Com a decisão, o consulado segue funcionando normalmente na capital paraense, subordinado à unidade de Brasília.

Helenilson Pontes aproveitou a visita de Kenta Wakabayashi para informar que o governo paraense está procurando parceiro privado para construção de um porto em Santarém , no oeste do estado, estrutura necessária para as operações do entreposto da Zona Franca de Manaus no município paraense que será instalado naquele município. Segundo Helenilson, a criação do entreposto beneficiará diretamente as empresas japonesas que se utilizam dos rios amazônicos para o transporte de seus produtos e insumos.

“Em alguns períodos do ano os navios são impedidos de navegar por causa da seca dos rios, o que encarece o transporte de produtos. A criação do entreposto irá beneficiar diretamente as empresas japonesas instaladas no polo industrial de Manaus", argumentou o vice-governador. Kenta Wakabayashi ouviu atentamente a proposta e comentou que o governo japonês tem interesse na criação de novas rotas de navegação pelo norte da América, continente asiático e rios da Amazônia. “Levaremos a proposta de criação do entreposto para mostrar a empresas privadas japonesas que possam ter interesse em investir no projeto”, comentou.

Segundo dados do consulado japonês no Amazonas, a Zona Franca de Manaus abriga cerca de 35 empresas japonesas responsáveis por 25% da estrutura e 20% dos empregos de todo o Polo Industrial de Manaus, onde gigantes como Sanyo, Sony, Panasonic e Pioneer, Honda e Yamaha ainda são ainda as maiores investidoras, com US$ 2,917 bilhões.

Estavam presentes  na audiência oficial com o vice-ministro japonês, o cônsul geral do Japão, Yukio Numata, e o diretor geral do Núcleo de Gerenciamento do Transporte Metropolitano (NGTM), Cesar Meira. A parceria entre o governo do Estado e a Agência Internacional do Japão (Jica) garantiu empréstimo integral do valor de R$ 320 milhões para a execução das obras do Ação Metrópole.
Fonte: G1

Decisão será tomada pelo governo japonês até início de abril.
Caso isso ocorra, consulado deverá ser fixado em Manaus.

bandeira brasil_japaoO Consulado do Japão, instalado em Belém há quase 80 anos, pode ser transferido para Manaus, no Amazonas, mesmo o Pará tendo a terceita maior colônia de japonesa do Brasil. O Congresso Nacional do Japão estuda a possibilidade de retirar o consulado no Pará e transformar o órgão em um escritório.

O objetivo do governo japonês é reduzir gastos financeiros. Caso a mudança aconteça, serviços de retirada de vistos e passaportes vão continuar sendo oferecidos. Mas o representante político do Japão, o cônsul-geral, não terá mais residência fixa no estado.

"O serviço que a gente oferece não vai mudar, mas com a perda do cônsul-geral nossa influência pode ser minimizada", diz Rei Oiwa, cônsul-geral adjunto.

Atualmente, cerca de 30 mil pessoas, entre descendentes e nascidos no Japão, vivem no Pará, número que faz o estado ter a terceira maior população de nipônicos no país, atrás apenas de São Paulo e Paraná.

Por causa disso, um grupo de parlamentares chegou a entrar na discussão e enviou um pedido para o primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, para que o consulado não seja retirado do estado, devido aos serviços prestados aos imigrantes, não só do Pará, mas também do Maranhão, Amapá e Piauí.

O senador Flexa Ribeiro (PMDB) assinou o documento e lembra da importância história do Japão para o estado, incluse no financiamento de grandes obras, como parte do BRT, em Belém.

"Nós temos uma relação que justifica o consulado ser aqui. É uma relação mais próxima dos imigrantes, da colônia japonesa, com um órgão de decisão política, administrativa e executiva do Japão, que é o consulado", disse o senador.

A decisão do governo japonês deve sair até o início de abril. Caso seja transferido o consulado, toda documentação para conseguir  visto terá que ser enviada para o estado vizinho e processo poderá ficar mais demorado.
Fonte: G1

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