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Que bom, temos um visto liberado para quem é descendente de quarta geração de descendência japonesa, (yonsei).49509409_2168482950040894_362960101272715264_n

O governo japones implementou a partir de 01 de julho de 2018 um visto para quem é descendente de japoneses de quarta geração (yonsei) apesar das muitas restrições o visto realmente foi liberado e tem pessoas que já estão no Japão e foram beneficiadas com esta nova categoria de visto (TOKUTEI KATSUDO – ATIVIDADES ESPECÍFICAS), este visto foi liberado com o intuito de fazer a integração cultural do Japao com o Brasil e o mundo. Para o interessado poder sair do brasil um dos principais requisitos (e um dos mais criticados) é saber o idioma japones em um nível equivalente ao JLPT N4 *noryoku shiken*, para poder tirar o visto, este visto eh emitido através de um tutor e vários documentos enviados do Brasil, mas o que venho aqui mostrar é que o visto que tem como principal objetivo a integração cultural é justamente neste ponto que irei frisar.

O yonsei sai do Brasil e vai ao Japão com o intuito de aprender sobre a cultura japonesa e aprimorar o idioma, o visto será renovado a cada seis meses no Japão e o requerente do visto poderá inclusive trabalhar para poder se manter nessa jornada (que certamente não será fácil) minha critica é: O visto será renovado a cada seis meses (sim, no Brasil ele sairá apenas de seis meses) e a medida que for subindo o nível você pode ir renovando até o prazo total de cinco anos, mas, depois de estudar japones por durante cinco anos e aprender tudo sobre a cultura japonesa então este yonsei que saberá tanto sobre o desejado Japão terá que deixar o país e vir embora ao Brasil ou seja lá de onde ele se originou, mas qual a finalidade de aprender tanto então?

Não só isso, este cidadão que está no Japão a cinco anos e certamente perdeu completamente o contato com o Brasil ou seu país de origem e seu mercado de trabalho, voltara para cá sem nenhum apoio ou com algum aprendizado para poder continuar na sua nova jornada, é justo isso? Não seria melhor o governo rever estas regras e flexibilizar para que este visto não tenha um prazo de validade específico de 5 anos? E depois?

Será que não seria a hora do Consulado Geral do Japão de São Paulo (que é um dos mais influentes do mundo), fazer jus a sua função e passar ao Japão o verdadeiro perfil do Nikkey yonsei brasileiro para que este não viva em um mundo de ilusão nessa sua jornada de volta?

Cori Passos

CERTIDÃO DE UNIÃO ESTAVEL ou CERTIDÃO DE CASAMENTO? O QUE USAR PARA TIRAR O VISTO JAPONES?

certidao de casamentopara o blog

É muito comum no Brasil os casais fazerem a Certidão de União Estável ao invés de fazer a própria certidão de casamento, porque legalmente falando esta certidão garante os mesmos direitos  civis que a certidão de casamento, ambas são reconhecidas pelo governo como oficiais, e de fato são. Mas se são oficiais, por que o consualdo japones não aceita apenas a Declaração de União estável para solicitar o visto de casais que vão a trabalho no Japão?

Simples, o consulado não reconhece este documento como oficial, o único documento que eles aceitam é a certidão de casamento para mostrar/provar o tempo de vínculo do casal. Que erroneamente informam que é um ano o tempo médio que o casal deve estar junto para poder solicitar o visto.

No Brasil casar desta forma é muito comum porém é muito mais barato que a certidão de casamento convencional, mas isso não desfaz a força deste documento perante a legislação brasileira.

Os consulados do Japão, deveria rever estas condições eles devem realmente aceitar o que for oficial do governo brasileiro, mas isso dificilmente deve ser aceito enquanto o governo brasileiro não posicionar o consulado sobre isso *isso nem deveria ser necessário afinal essa informação é publica*. Afinal nesta Declaração de  União Estável esta escrito e reconhecido perante o cartorio a seguinte: “declaramos, sob as penas da Lei, que convivemos em união estável, de natureza familiar, pública e duradoura, nos termos dos artigos 1.723 e seguintes do Código Civil Brasileiro, Título III – “Da União Estável”. Declaramos, ainda, que estamos cientes das penas previstas no Art. 299 do Código Penal Brasileiro, caso seja comprovada a falsidade nesta declaração.”

Portanto, hora do consulado rever suas regras.

Cori Passos
cori@vistojapones.com
www.vistojapones.com.br

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