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O chefe do gabinete do governo japonês Yoshihide Suga participou ontem (11/07) de uma conferência, onde voltou a reforçar o desejo de abrir as portas do país para mais estrangeiros.

O plano de trazer mais mão-de-obra de fora do país foi proposta pelo governo japonês esse ano. O plano terá como alvo áreas e profissionais altamente qualificados. Para esses profissionais será criado uma nova categoria de visto, que permitirá a estadia no Japão por até 5 anos.

O governo japonês espera resolver com a medida parte dos problemas de mão-de-obra no país, decorrente do menor número de crianças e do envelhecimento de sua população nos últimos anos.

Yoshihide Suga disse à repórteres que “está faltando gente nas regiões afastadas dos grandes centros e muitas empresas estão relatando problemas com a falta de mão-de-obra. Assim sendo, é de suma importância aceitarmos mais estrangeiros a fim de resolver os problemas de envelhecimento e falta de crianças em nosso país”.

O chefe do gabinete frisou que o governo japonês está trabalhando o mais rápido possível para criar a base das leis e regulamentações que permitirão a chegada de estrangeiros especializados nas mais diferentes áreas da tecnologia. Segundo fontes próximas ao governo, caso o processo jurídico para a criação das leis avance conforme o planejado, mais estrangeiros poderão chegar ao país já a partir de abril de 2019.
Fonte: IPC Digital com NHK Web News

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Lei de imigração sofrerá reforma para aceitar trabalhadores que atinjam determinados critériosestrangeiros com conhecimento tecnico
O governo do primeiro-ministro Shinzo Abe está avaliando uma nova reforma de lei que deve facilitar a entrada de estrangeiros capacitados no Japão.

A ideia é ampliar os vistos relacionados a especializações para 18 áreas de trabalho, como médicos, professores e profissionais de tecnologia de informação (TI). Os critérios básicos serão refeitos e afrouxados para que estrangeiros de diferentes áreas possam obter visto de trabalho no país.

O assunto entrou na pauta econômica do governo e Abe indicou que irá analisar a proposta em breve. O novo plano deve envolver o secretário-chefe do gabinete do governo, Yoshihide Suga, a ministra da justiça, Yoko Kamikawa, os ministérios da Economia, Agricultura e outros setores relacionados.

Um time de análise será montado e a proposta deverá entrar nas estratégias políticas de crescimento no mês de junho deste ano.

Além da comunidade de descendentes de japoneses, o país tem aberto as portas para estrangeiros pelo programa de estágios e por intercâmbio, mas ambas as atividades negam ter finalidades laborais.

Uma reportagem do jornal Nikkei informou que, desta vez, o Japão pretende aceitar mais estrangeiros com potencial, considerando o nível escolar e a experiência para exercer atividades prejudicadas atualmente pela extensa falta de mão de obra.

As áreas de trabalho ainda serão analisadas de acordo com a necessidade econômica do país, mas atividades como cuidar de idosos (kaigo) e agricultura devem entrar na lista de atuação dos estrangeiros capacitados.

Dados do governo japonês mostram que, em 2017, o número de trabalhadores estrangeiros alcançou a marca de 1,28 milhão. O número cresceu 2% desde 2012 e o cálculo atual é de um estrangeiro para cada 50 trabalhadores japoneses.

No entanto, as atividades de trabalho temporário de estudantes de intercâmbio aumentaram 2,7 vezes e o número de participantes do programa de estágios cresceu 92%. Esses estrangeiros não entram no país com objetivos de trabalho, mas acabam suprindo parte da falta de mão de obra.

Em países como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, a população produtiva cresceu nos últimos 10 anos, mas no Japão, este número está em queda constante. O governo tem visto a contratação de estrangeiros como a melhor opção para preservar as atividades econômicas do arquipélago.

No entanto, aceitar esses estrangeiros como imigrantes não está nos planos. O governo não pretende elaborar um plano de imigração e nega a possibilidade de crescimento de mão de obra simples.

Os trabalhadores capacitados terão limite de tempo para viver no país e não poderão levar a família ou obter visto permanente, de acordo com a reportagem.
Fonte: Alternativa

A mudança permitirá que eles obtenham qualificação nacional para trabalhar no país cuidando de idosos

cuidadores de idosos no JapãoO Gabinete japonês aprovou nesta sexta-feira as alterações propostas para a Lei de Controle de Imigração, estabelecendo um novo tipo de visto de trabalho para estrangeiros que pretendem atuar no país cuidando de idosos.

A mudança permitirá que os estrangeiros (descendentes de japoneses ou não) obtenham qualificação nacional para trabalhar no país de uma forma contínua. O projeto vai para votação no Parlamento.

Com o envelhecimento da população japonesa, assegurar um grande número de trabalhadores capacitados para cuidar de idosos tornou-se uma questão prioritária. Após a revisão, o governo pretende empregar mais trabalhadores estrangeiros.

Também estão incluídas no projeto de revisão algumas disposições para punir de forma mais rígida os estrangeiros que obtém permissão para entrar no Japão de forma ilegal ou alteram o status de residência, como medidas de segurança contra o emprego ilegal.

Segundo o jornal Mainichi, previsões mostram que o Japão precisará de 2,4 milhões de profissionais de kaigo (cuidadores de idosos) no ano fiscal de 2025, quando a geração do pós-guerra estará com 75 anos ou mais. Se não forem tomadas novas medidas, no entanto, o país terá de enfrentar uma escassez de cerca de 330 mil trabalhadores.

Os estrangeiros estão atualmente autorizados a trabalhar no Japão em 16 categorias que exigem conhecimentos específicos. A revisão da Lei de Controle de Imigração irá adicionar "cuidadores de idosos" como uma nova categoria.

O Japão começou a aceitar trabalhadores da Indonésia após a criação de um acordo de parceria econômica em 2008, seguido pelas Filipinas em 2009. No último ano fiscal, 274 deles tinham obtido qualificações para cuidar de idosos.

O governo também começou a aceitar candidatos do Vietnã neste ano fiscal. Aqueles que obtiveram a qualificação através de outras vias, no entanto, não foram autorizados a trabalhar no Japão.
Fonte: Alternativa

visto para o Japão, quem pegou ajudaVejas as novas exigências que os consulados do Japão no Brasil e a embaixada japonesa em Brasília irão fazer para conceder visto para  as pessoas que pediram ajuda do governo na época da grande crise mundial. A liberação da entrada do visto é a partir de 15 de outubro de 2013.

Japão anuncia que permite a reentrada dos Nikkeis, que receberam a Ajuda dos ¥ 300.000No entanto, é obrigado apresentar um atestado de trabalho de um ano.

O governo japonês anunciou hoje que vai permitir a reentrada dos estrangeiros, que retornaram aos seus países de origem, com a ajuda dos 300 000 ienes.

No entanto, o Japão exige que para as pessoas interessadas em retornar ao país terão que apresentar um contrato de pelo menos um ano de trabalho.

"O objetivo é de assegurar uma vida estável aos descendentes de japoneses que pretendem reentrar no país", diz o comunicado, assinado pelo Gabinete do Governo, Ministério da Justiça, Ministério dos Nogócios Estrangeiros e Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social.

Mais de 21000 Nikkeis aceitaram a ajuda em 2009 para escapar do desemprego. A grande maioria que recebeu o dinheiro era de nacionalidade brasileira.

Leia o comunicado na íntegra:
27 de setembro de 2013
Gabinete do Governo
Ministério da Justiça
Ministério dos Nogócios Estrangeiros
Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar

Atendimento aos descendentes de japoneses que receberam o auxílio do governo japonês para retorno ao seu país de origem

Para os beneficiários do programa de auxílio para retorno ao seu país, oferecido pelo governo japonês no ano fiscal de 2009 para descendentes de japoneses desempregados, por enquanto (*1) a sua reentrada no Japão não está sendo permitida com o mesmo status de permanência.

Com base nos últimos dados da conjuntura econômica e empregabilidade e outros, a partir do dia 15 de outubro (terça-feira) (previsão) a reentrada volta a ser permitida sob certas condições (*2).

*1. Sobre o período “por enquanto”, a princípio a previsão era de 3 anos a partir do início do programa, em abril de 2009, que seria revisado, considerando a conjuntura econômica e de empregabilidade futuras e outros.

*2. Com o objetivo de assegurar uma vida estável aos descendentes de japoneses que pretendem reentrar no país, aqueles que planejam trabalhar no Japão deverão apresentar uma cópia do contrato de trabalho com período de no mínimo um ano no ato da solicitação de visto junto à repartição consular.

Referências:
Conteúdo do programa de auxílio para retorno ao país de origem para descendentes de japoneses desempregados

– Período de realização:
Ano fiscal de 2009

– Valor pago:
300 mil ienes por solicitante e 200 mil ienes para seus respectivos dependentes.

– Resultado do programa:
Número de beneficiários do programa que deixaram o país: 21.675 (desses, 20.053 brasileiros (92,5% do total)).
Por província: 5.805 pessoas eram da província de Aichi, 4.641 pessoas eram de Shizuoka
Fonte: IPC Digital

Prefeito de Ota diz que vai faltar mão de obra nas fábricas.

Prefeito Masayoshi ShimizuA cidade de Ota, em Gunma, vai pedir em outubro ao governo central para moderar a Lei de Imigração para atrair mais imigrantes para a cidade, disse o prefeito, Masayoshi Shimizu.

Segundo o jornal Mainichi, um dos motivos é o retorno maciço dos brasileiros após a crise financeira em 2008. Atualmente moram em Ota 2752 brasileiros, mas em março de 2009 eram 4.043 pessoas.

Além disso, outra política que provocou despovoamento acelerado de estrangeiros ocorreu em abril de 2009, quando o governo japonês começou a dar 300.000 ienes (US $ 3.000) para nikkeis brasileiros e peruanos que queriam voltar para seu país de origem. Com esta política, chamado de Ajuda para o Retorno, ou Kikoku Shien, 21.675 pessoas deixaram o Japão até abril de 2010. O governo japonês gastou cerca de US$ 70 milhões, segundo o relatório do Ministério do Trabalho, responsável pela "ajuda".

O plano do prefeito Shimizu é criar uma área especial na cidade, onde os imigrantes ou estudantes estrangeiros possam trabalhar fora das áreas permitidas por cada tipo de visto.

"O governo central quer incentivar as empresas a investir mais em máquinas e equipamentos no Japão, mas não há um número suficiente de trabalhadores disponíveis. O Governo deve pensar em garantir a mão de obra no país", disse Shimizu.

Ota faz parte do grupo de Cidades com maior imigrantes ou Gaikokujin Shuju Toshi Kaigi, cuja próxima reunião será realizada em novembro.
Fonte: IPC Digital

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