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Dados do Consulado Geral do Japão em São Paulo são de 2014 a 2016

emissão de vistos
A emissão de vistos para descendentes de japoneses poderem vir trabalhar no Japão cresceu 145% entre 2014 e 2016. O dado é do Ministério das Relações Exteriores, com base nos números fornecidos pelo Consulado Geral do Japão em São Paulo. As informações são do jornal “Estadão”.

Para se te uma ideia, em 2016 foram emitidos 11,5 mil vistos. O ponto mais baixo de emissão deste documento foi em 2009, com 1,7 mil vistos. Em 2015 foram 8,1 mil e esse número vem crescendo.

O visto em questão é concedido somente aos filhos e netos de japoneses, além de seus companheiros e dependentes.

A partir de julho será permitida também a vinda de descendentes de quarta geração, os yonseis, desde que atendam certos critérios estabelecidos pelo governo do Japão, como o domínio básico do idioma japonês.

Os yonseis que pretendem vir trabalhar no Japão devem, segundo exigências governamentais, ter entre 18 e 30 anos de idade, dominar o básico do japonês (compreender pelo menos 1,5 mil palavras) e vir sozinhos (sem acompanhamento de parentes). O visto valerá por um ano, com possibilidade de renovação para cinco.

O cônsul do Japão em São Paulo, Takuo Sato, informou que o número total de certificados, que atestam os critérios necessários para o visto, emitidos no mundo, será de 4 mil por ano. “Essa quantidade poderá mudar de acordo com a demanda”, afirma.

Até o ano de 2007 o número de brasileiros descendentes de japoneses só crescia. Naquele ano, a comunidade era composta por 313,7 mil pessoas. Após a crise financeira mundial, em 2008, o número caiu para 309,4 mil, e decresceu até 2016, chegando ao ponto de ter 180,9 mil brasileiros. A reação iniciou em 2017, ano que registrou a presença de 190,3 mil brasileiros no Japão.

Se na maior parte do período do chamado movimento decasségui os brasileiros vinham em busca de estabilidade financeira, hoje essa nova leva de trabalhadores chega também em busca de segurança e qualidade de vida, itens que têm faltado no cotidiano do Brasil.

Uma vez no Japão, os brasileiros conseguem empregos em geral em fábricas de eletrônicos, autopeças e alimentos. As províncias onde se concentram os brasileiros são Aichi (52,9 mil), Shizuoka (27,4 mil), Mie (12,6 mil), Gunma (12,4 mil) e Gifu (10,5 mil).
Fonte: Alternativa

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Japão anuncia que permite a reentrada dos Nikkeis, que receberam a Ajuda dos ¥ 300.000No entanto, é obrigado apresentar um atestado de trabalho de um ano.

O governo japonês anunciou hoje que vai permitir a reentrada dos estrangeiros, que retornaram aos seus países de origem, com a ajuda dos 300 000 ienes.

No entanto, o Japão exige que para as pessoas interessadas em retornar ao país terão que apresentar um contrato de pelo menos um ano de trabalho.

"O objetivo é de assegurar uma vida estável aos descendentes de japoneses que pretendem reentrar no país", diz o comunicado, assinado pelo Gabinete do Governo, Ministério da Justiça, Ministério dos Nogócios Estrangeiros e Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social.

Mais de 21000 Nikkeis aceitaram a ajuda em 2009 para escapar do desemprego. A grande maioria que recebeu o dinheiro era de nacionalidade brasileira.

Leia o comunicado na íntegra:
27 de setembro de 2013
Gabinete do Governo
Ministério da Justiça
Ministério dos Nogócios Estrangeiros
Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar

Atendimento aos descendentes de japoneses que receberam o auxílio do governo japonês para retorno ao seu país de origem

Para os beneficiários do programa de auxílio para retorno ao seu país, oferecido pelo governo japonês no ano fiscal de 2009 para descendentes de japoneses desempregados, por enquanto (*1) a sua reentrada no Japão não está sendo permitida com o mesmo status de permanência.

Com base nos últimos dados da conjuntura econômica e empregabilidade e outros, a partir do dia 15 de outubro (terça-feira) (previsão) a reentrada volta a ser permitida sob certas condições (*2).

*1. Sobre o período “por enquanto”, a princípio a previsão era de 3 anos a partir do início do programa, em abril de 2009, que seria revisado, considerando a conjuntura econômica e de empregabilidade futuras e outros.

*2. Com o objetivo de assegurar uma vida estável aos descendentes de japoneses que pretendem reentrar no país, aqueles que planejam trabalhar no Japão deverão apresentar uma cópia do contrato de trabalho com período de no mínimo um ano no ato da solicitação de visto junto à repartição consular.

Referências:
Conteúdo do programa de auxílio para retorno ao país de origem para descendentes de japoneses desempregados

– Período de realização:
Ano fiscal de 2009

– Valor pago:
300 mil ienes por solicitante e 200 mil ienes para seus respectivos dependentes.

– Resultado do programa:
Número de beneficiários do programa que deixaram o país: 21.675 (desses, 20.053 brasileiros (92,5% do total)).
Por província: 5.805 pessoas eram da província de Aichi, 4.641 pessoas eram de Shizuoka
Fonte: IPC Digital

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